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Projeto Estrutural e de Fundação são a base de qualquer construção segura, contém nestes os cálculos dos componentes que vão receber e transferir as cargas um para o outro e posteriormente para o solo. Trazem um conjunto de informações de grande importância (que devem ser seguidas à risca), onde estará o dimensionamento e detalhamento de cada elemento das estruturas que farão a estabilização e sustentação da edificação.
A estrutura e fundação de uma edificação de pequeno e médio porte é composta basicamente por:
Os elementos destas estruturas podem ser de materiais diversos, sendo os mais utilizados:
Agora você já sabe por que precisa, então não perca tempo e entre em contato agora com a empresa que vai trazer segurança e economia para você.
Ao projetar ou construir qualquer edificação, principalmente onde iremos acomodar vidas, não devemos nos valer do conhecido achismo (exemplo: “eu acho que aguenta”), pois estamos lidando com vidas preciosas, seja de nossa família ou de terceiros, por questões afetivas, financeiras ou legais, nunca estamos preparados para lidar com consequências desastrosas. Uma construção com estrutura inadequada pode ficar em pé por décadas ou dias, mas no final, o tempo não fará diferença nenhuma se esta desmoronar e causar danos que dinheiro nenhum pode reparar.
Com os projetos estrutural e de fundações a construção tem mais segurança, pois são seguidas normas que se valeram de séculos de estudos, experiências e bom senso. São consideradas todas as cargas esperadas, sejam elas permanentes ou variáveis e a estas cargas são acrescentados valores maiores, determinados em norma e contidos no memorial de cálculo do projeto, para garantir que mesmo que se ultrapasse até certo percentual do cálculo de projeto a estrutura se manterá firme. Além disso, tanto a infraestrutura quanto a superestrutura são calculados de modo a ter mais resistência do que o valor proposto, para assim haver uma margem de segurança. Também é estudado o solo e estabilizado, ou até fortalecido se necessário para receber e suportar as cargas.
Com um planejamento adequado evita-se surgimento de diversas patologias construtivas. Além de segurança, com estes projetos é possível economizar muito a curto, médio e longo prazo, pois utilizando cálculos precisos se evita o desperdício e aplica-se mais materiais onde realmente é necessário, evitando também necessidade de futuras readequações por falta de planejamento, ou grandes reformas devido problemas causados por fundação deficiente e superestrutura inadequada.
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Com tudo que já foi citado, podemos ver que ter estes projetos traz diversas vantagens, que vão muito além de segurança e economia, também traz beleza, pois bons projetos estruturais e de fundações não aparecem e permitem que a arquitetura cresça, não te deixa na mão, pois pensa em cada detalhe, permite que você sonhe alto, planeje o futuro e ainda valoriza seu imóvel. Afinal, quem não gostaria de comprar um imóvel seguro e com a garantia de que a única coisa que vai realmente aparecer é a sua decoração incrível e não rachaduras. Sua maior preocupação numa ampliação vai ser lembrar onde está seu projeto estrutural e bora pra obra, com a segurança que só quem já fez conhece. Mas não se preocupe, pois guardamos uma cópia do projeto para você.
No projeto estrutural você tem:
Estamos prontos para oferecer os projetos ideais para você egarantimos que nenhuma outra empresa é tão comprometida com seus clientes.
O que a figura colorida parece para você? Só um borrão? Para mim não, vejo muito mais que isso, a partir dela consigo saber como a estrutura esta se comportando em relação às cargas aplicadas.
Quando se elabora um projeto estrutural a ciência é fundamental, pois o conhecimento dos materiais, mecânica das estruturas e cálculo aplicado são o ponto chave. Com isto é possível prever o comportamento das estruturas, perante seu peso próprio, cargas permanentes e as variáveis. Contudo, ainda é necessário conhecer o solo e incidência de intempéries no local da obra. Existem diversos softwares para realização do projeto, os mais conhecidos são TQS, Cypecad, SAP2000 e Eberick. Estes podem auxiliar muito nos cálculos, desenhos, dimensionamento, porém, sozinhos ou na mão de quem não é especialista são como uma caneta na mão de um bebê. Isto, porque é necessário conhecer cada etapa, solo, as variáveis e materiais a serem utilizados, assim como técnicas para estabilização e determinação de como os elementos devem se comportar. Isso só é possível com muito estudo e prática.
Agora sim, somando boas ferramentas, dados necessários e um engenheiro especialista em infra e superestruturas se tem projetos seguros, executáveis e econômicos.
Inicialmente, é importante ter um projeto arquitetônico definido e preferencialmente aprovado na prefeitura. Isto por que se o projeto de arquitetura tiver que ser modificado por não aprovação, o estrutural com certeza mudará muito e gerará um grande retrabalho e custo. Contudo, se houver uma boa interação entre o desenvolvedor do projeto arquitetônico e do projeto estrutural, ambos podem ser pensados simultaneamente, permitindo melhores resultados. Não menos importante, precisamos conhecer o solo onde será construída a edificação, pois é vital para determinar como será a fundação, a qual transmitirá todos os esforços da estrutura ao solo.
Para saber o tipo de solo e sua resistência o método mais comum utilizado para pequenas e médias construções é o ensaio SPT ( standard penetration test),
Com o projeto arquitetônico em mãos vamos às 4 etapas do projeto estrutural:
A concepção estrutural pode ser considerada a etapa mais importante do projeto, pois será baseado nestes lançamentos iniciais que serão dimensionados os elementos da estrutura e realizadas adequações posteriores. Neste momento uma visão ampla do engenheiro é essencial, pois este deve considerar todos fatores de influência e respeitar a arquitetura, não ultrapassando os limites que prejudicariam a estética, posicionando cada elemento em seu local adequado.
Quando se realiza a concepção estrutural tem que haver uma perfeita harmonia entre técnica, experiência e bom senso. Deve ser pensado cada detalhe, como a utilização que terá o imóvel, pensando em vãos e cargas; compatibilização com demais projetos; ações verticais e horizontais; travamento dos elementos, pensando em segurança e economia etc. Contudo, é essencial saber quanto poderá ousar no projeto, pois dependerá também da qualificação da mão de obra que executará e qualidade comprovada dos materiais serão utilizados.
Agora sim, lançados os primeiros elementos da estrutura de acordo com o considerado mais adequado, é hora de fazer a análise estrutural, começar a dimensinar e realizar as mudanças necessárias.
Na análise estrutural são determinados e avaliados os efeitos que as cargas terão sobre as estruturas e como estas se comportarão em resposta. Basicamente são calculados os esforços solicitantes e os deslocamentos que estes causarão na estrutura. Tem grande importância o processo de elaboração do projeto, pois as demais etapas dependerão dos resultados obtidos neta análise. Geralmente é realizada com auxilio de softwares para cálculo estrutural, tais como o Cypecad, SAP2000, TQS, dentre outros.
Geralmente é realizado pelo projetista um pré-dimensionamento dos elementos da estrutura, onde este utiliza algumas regras que darão um valor aproximado das dimensões destes, para poder assim se antecipar e fornecer alguns dados para auxiliar no desenvolvimento do projeto arquitetônico. Um bom exemplo de pré-dimesionamento é o de vigas contínuas em tramos internos, onde utiliza-se como referência vão/12 ou em biapoiadas em tramos externos o vão/10. Com isto se uma viga tem vão de 5 metros e usamos a segunda regra citada, dividimos por 10 e teremos uma viga com 50 cm de altura.
Contudo, são só valores aproximados, pois é muito importante considerar as cargas, posição e a área de aço a ser utilizada, que determinarão juntos o real dimensionamento, podendo ser maior ou menor.
A emissão das pranchas é realizada posteriormente à conclusão do projeto, após ter sido devidamente revisado. Fará parte da documentação que compõe o projeto estrutural e de fundação, devendo estar devidamente organizadas, de forma que sejam de fácil entendimento, para assim serem utilizadas como um verdadeiro manual na obra.
Nas pranchas deve conter:
Também é muito importante se atentar para tudo estar enumerado, de preferência com cores diferentes para cada variação e as legendas estarem visíveis e claras.
SONDAGEM SPT
Antes do início de qualquer projeto de fundações é imprescindível a realização do estudo do solo, pois o terreno onde será realizada a edificação é um fator determinante na escolha da fundação e técnica a ser aplicada. Um dos ensaios mais comuns utilizados é o SPT, onde podem ser determinadas as características do solo e está regulamentado pela NBR 6484/2020. Este ensaio serve para saber a compacidade do solo e consistência de suas camadas, permitindo conhecer a capacidade de resistência em cada uma, assim como a altura do lençol freático e mineralogia. Com isto é possível determinar a profundidade ideal e tipo de fundação a ser utilizada, assim como suas dimensões.
De acordo com a NBR 8036, antessessora à NBR 6484/2020, devem ser realizados:
-1 furo para cada 200 m2, se até 1200 m2 no total do terreno;
-1 furo para cada 400 m2 que ultrapassarem os 1200 m2 iniciais. EX: se um terreno tem 1600 m2, serão realizados 6 furos pela regra de 1 a cada 200 m2 para até 1200 m2 e mais 1 furo devido aos 400 m2 excedentes. Totalizando então 7 furos.
Contudo, para terrenos de até 200 m2, recomenda-se no mínimo 2 furos e entre 200 m2 e 400 m2 o ideal são 3 furos, devendo utilizar do conhecimento técnico e bom senso para determinar a localização dos furos.
Também existem outros tipos de ensaios para saber as características do solo, porém, menos utilizados em empreendimentos de baixo a médio porte.
São tantos detalhes importantes para se preocupar, né? É por isso que estamos aqui e oferecemos todo nosso conhecimento a você e garantia de segurança e economia.
As fundações podem ser superficiais ou profundas e a escolha do tipo de fundação é um ponto chave para se obter sucesso, pois uma escolha errada pode aumentar muito os custos, tornar o projeto inviável e até mesmo comprometer a segurança da estrutura.
Para realizar esta escolha devem ser avaliados inúmeros fatores, dentre os principais: tipo da edificação, grandeza das cargas, localização geográfica, proximidade com outras edificações, tipo do solo, altura do lençol freático, tipo de fundação mais utilizada na região, limitações devido disponibilidade de maquinário e mão de obra adequada, facilidade ou dificuldade de acesso do maquinário etc.
Geralmente, a decisão final do tipo da fundação acaba sendo por eliminação, pois dentre as possíveis é escolhida aquela que não tiver fatores que impossibilitem sua aplicação e que tiver melhor custo benefício.
A topografia, assim como presença e tipo de construções vizinhas, tem grande influência na escolha do tipo de solução a ser utilizada. Isto por que determinadas topografias inviabilizam alguns tipos de fundações e podem trazer necessidade de adaptações prévias. Já a presença de construções vizinhas pode ser determinante, pois alguns tipos de fundações geram muita vibração e têm uma grande área de influência, como é o caso da estaca Franki, podendo causar danos a outras edificações. Por este motivo é sempre necessária uma vistoria cautelar nos imóveis vizinhos antes do início da obra, com a elaboração de laudos detalhados, assim como a escolha do tipo de fundação que trouxer maior segurança para ambos, mesmo que se torne mais cara.
Existem diversos tipos de fundações disponíveis para serem aplicadas, contudo, cada edificação, tipo de solo, localização e até mesmo o momento traz características diferentes. Sendo assim, é necessário realizar a comparação dos tipos de fundações, avaliando todos aspectos citados antes de chegar a uma decisão.
Cada tipo e fundação tem suas vantagens e desvantagens e deve ser ser escolhida a mais viável. Contudo, não se pode esquecer de avaliar o projeto estrutural e arquitetônico, pois também influenciam muito na escolha da fundação e na solução a ser utilizada.
Este tipo de fundação é o mais utilizado em pequenas edificações, também sendo utilizado amplamente em edificações de médio porte quando se encontra um solo firme nas primeiras camadas. Consiste em elementos de fundação que distribuem as cargas de forma direta ao solo, predominantemente pelo contato com sua base. Geralmente, são aplicadas em profundidade de até 3 metros. Por isso é muito importante saber as cargas do projeto e a resistência que o solo apresenta, para encontrar a profundidade ideal, assim como a área da base apropriada. Contudo, vale ressaltar que se não houver resistência do solo compatível com as cargas e a área da base da fundação se tornar muito grande é preciso avaliar a necessidade de uma fundação profunda.
Exemplos de fundações rasas ou diretas:
Este tipo de fundação é mais utilizado quando se tem cargas solicitantes maiores, solo superficial de pouca resistência, ou ambos. Geralmente esta solução é aplicada em edificações de médio a grande porte. Deve haver uma avaliação criterioza sobre qual utilizar, já que existem diversos tipos de fundações profundas que trazem características distintas.
As fundações profundas são ótimas e eficientes soluções, mas uma escolha errada pode trazer problemas, já que uma de suas maiores desvantagens quando são cravadas é o impacto na vizinhança, devido vibração. Contudo, hoje temos estacas que suportam grandes cargas, alcançam grandes profundidades e causam impacto mínimo às edificações vizinhas, como é o caso da estaca Hélice Contínua, a qual é aplicada por perfuração. No entanto, sempre que for utilizar fundações profundas o ideal é que se faça laudo cautelar das edificações vizinhas antes.
Exemplos de fundações profundas:
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